Archive for fevereiro, 2011

Mitos comuns sobre sites

Posted: 27th fevereiro 2011 by Redação Blog Agência Impacto in Dicas para seu site, Marketing Online
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Há muitas informações incorretas sobre o mercado de sites. Muitas empresas de pequeno porte encontram dificuldade em separar o anúncio comercial exagerado da realidade. O ponto principal é determinar se o site é adequado a você e, então, usar métodos apropriados para explorar o poder do marketing. A seguir estão listados alguns mitos sobre World Wide Web, assim como algumas dicas para tornar o

Mito 1: Todas as empresas de pequeno porte precisam ter um site

Enquanto muitas empresas se beneficiam ao desenvolver e manter seu próprio site, é importante perceber não são todas as empresas que precisam usar esse tipo de marketing. É necessário usar um site se:

Seus clientes estão on-line.
Se seus clientes compram e obtêm informações via Web, então você precisa ter um site. Se, por outro lado, eles usam outras fontes para obter a maior parte das informações (seja as Páginas amarelas, jornais e revistas, exposições, ou outros veículos de marketing) concentre seus esforços nessas áreas.
Deseja alcançar clientes nacionais ou internacionais de maneira efetiva.
A Web não é uma forma de marketing “local”. É claro que ela tem um amplo alcance, por isso, tire proveito disso. Por exemplo, talvez um empreiteiro local de um bairro residencial de Nova York não consiga obter todos os benefícios do site, pois ele tem um público bem específico. Um distribuidor de doces, com entregas em todo território nacional, tem melhores condições para aproveitar todo o amplo alcance da Web.
Um site é compatível com os seus objetivos de mercado e orçamento.
Seu site precisa fazer parte do plano de marketing totalmente integrado e orçamento. É importante transmitir uma mensagem em todas as ferramentas usadas.
A Web pode substituir, ou ser mais eficaz que, outras opções de marketing
Seus clientes podem, por meio da Web, ter acesso imediato às informações que demorariam dias ou semanas para serem obtidas de outras maneiras. Por exemplo, um fotógrafo comercial que coloca seu portifólio na Web pode direcionar os possíveis clientes para seu site em vez de arcar com os custos para enviar a todos os clientes.
Você se compromete com seu site
Um site precisa de atenção constante. Você está disposto a mantê-lo atualizado? Você se compromete a adicionar novos conteúdos mensalmente? Você tem tempo e dinheiro para administrá-lo adequadamente? Se não estiver disposto a fazer isso, contrate uma pessoa para fazê-lo. Caso contrário, seus esforços para usar a Web serão desperdiçados.
Mito 2: Um site nivela automaticamente o campo de atuação entre meu pequeno negócio e seus grandes concorrentes

Sim, um profissional gerenciando um site pode fazer com que seu pequeno negócio pareça maior do que realmente é. Porém, sem plano e implementação eficazes, seu site, na verdade, pode parecer menos profissional do que você é, deixando-o competitivamente em desvantagem.

Use a Web para mostrar sua especialidade. Ao revelar seu conhecimento, você se apresenta como um especialista e atrai clientes, além de deixá-los interessados nos produtos ou serviços oferecidos.

Para parecer maior do que realmente é, tenha seu próprio nome do domínio. Um endereço da Web como “www.nomedesuaempresa.com” é muito mais fácil de encontrar e transmite uma imagem mais profissional do que usar um sub-endereço do ISP ou serviço on-line (www.seuISP.com/~suaempresa). O custo de registro do domínio é mínimo e muitos ISPs hospedam seu site com esse nome por uma pequena taxa mensal. Pergunte ao ISP sobre como fazer isso.

Outra armadilha é usar tecnologia apenas porque ela existe. Usar campainhas e apitos apenas porque eles parecem “legais”, na verdade, pode prejudicar seu negócio. Veja o seguinte exemplo: a página inicial de uma empresa de consultoria mostra um “contador” comum informando quantas pessoas visitaram a página. Infelizmente, ele mostra que o site foi pouco visitado e, portanto, faz com que você se pergunte se as informações são precisas e convincentes. Sem o contador, você pode ter lido o conteúdo sem considerar isso.Mito 3: Construa um site e as pessoas se aglomerarão para conhecer a empresa

Não pense que as pessoas encontrarão o site sozinhas. Incentive a visita por meio de promoções ativas na Internet e em materiais de marketing tradicional. Estes são alguns métodos comuns:

Registre o site em todos os principais mecanismos de pesquisa, como Google, Yahoo! e Bing entre outos. Há muitos outros serviços que registram a URL em diversos mecanismos e diretórios por uma taxa simbólica – um serviço muito conhecido. No entanto, saiba que, enquanto esses serviços estiverem registrando o site, não será possível decidir como seu site será descrito e ao registrar nos 3 buscadores principais que são responsavais por mais de 90% das buscas de toda internet..

Troque links ou anúncios em sites com empresas não concorrentes que tenham serviços ou produtos complementares. Envie um e-mail para o administrador do site com o qual você deseja se vincular e ofereça um acordo de vínculo recíproco. Destaque, no e-mail, as vantagens mútuas em criar esse link. Serviços como Link Exchange permitem trocar links com outras empresas, oferecendo anúncios gratuitos em sites diretamente proporcionais ao número de anúncios em seu site.

Ofereça suporte à URL em todo o prospecto de marketing. Coloque o endereço do site em todos os seus anúncios, nos panfletos dos produtos e nos cartões de visitas e timbres. Inclua-o na assinatura de seus e-mails, para que os clientes possam ir automaticamente das mensagens para o site.

Adaptado de conteúdo extraído do American Express® OPEN Small Business Network

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Crie um site no qual os clientes confiem

Posted: 27th fevereiro 2011 by Redação Blog Agência Impacto in Marketing Online
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Apesar do claro crescimento das compras on-line, muitas pessoas ainda desconfiam do comércio eletrônico. Temem o vazamento de informações pessoais e financeiras pela Internet e o risco eminente de que dados confidenciais sejam acessados por pessoas inescrupulosas. E-mails de propagandas não solicitados, rumores de invasão de hacker e cobertura da imprensa de práticas antiéticas de comércio da Web intimidam ainda mais os possíveis clientes.

Entender e lidar com as preocupações dos clientes sobre compras on-line é importante para sua pequena empresa ter sucesso nas vendas via Web. Aqui estão algumas etapas que você pode executar para convencer os clientes experimentarem a compra on-line.

Aborde diretamente as questões de segurança

Inclua uma declaração no site que informando sua política aos compradores. Dois elementos importantes nesta declaração: quais medidas de segurança são adotadas para proteger os dados transmitidos e o que você fará com as informações do comprador. A maioria dos clientes se sente mais segura comprando de alguém que concorda em não divulgar suas informações de contato ou padrão de compra a terceiros.

Garanta a sua segurança

Demonstre a confiança no comércio eletrônico. Considere adotar garantias de pagamento. Isso fará com que os compradores confiem no seu sistema. Aceitar a responsabilidade por este pagamento também permitirá que você remova uma das barreiras mais comuns na compra on-line – o conhecido risco financeiro.

Apresente seu histórico de segurança

A maioria dos clientes fica surpresa ao saber como são raras as falhas na segurança. Se seu site nunca tiver registrado uma, publique isso. Por exemplo, a livraria on-line Amazon.com declara que nenhum de seus 3 milhões de clientes informou uso fraudulento de um cartão de crédito decorrente de compras feitas em seu site.

Mostre seus procedimentos de segurança

Se você tomar medidas extras para assegurar que as informações do comprador sejam protegidas, informe aos visitantes. Por exemplo, se o provedor de serviço de segurança tenta semanalmente violar seu próprio sistema, apenas para reforçar a segurança, declare esse fato em seu site. Também mencione o nome da tecnologia adotada no site. Muitos consumidores estão familiarizados com SSL (Secure Socket Layer), protocolo SET (Secure Electronic Transaction Protocol) e certificados de assinatura digital que ajudam autenticar a identidade de todas as partes envolvidas em uma transação.

Busque a aprovação de organizações de consumidores

Algumas organizações oferecem selos de aprovação para lojas virtuais que estejam em conformidade com seus padrões de condução de negócios. Ao exibir um desses selos no site, duas coisas ocorrem: alerta aos consumidores de que você é uma empresa legítima e serve como um aviso virtual para hacker.

Use estatísticas

Reúna alguns números que comprove a segurança da compra virtual. Você pode encontrar estas estatísticas em sites de empresas de pesquisa como o Gartner Group e o Forrester Research, assim como em sites dedicados às notícias sobre o setor de informática, como o ZDNet. Talvez você não queira abarrotar sua página inicial com estes dados, então, use um link que leve para outra página do site hospedando essas estatísticas.

Ofereça alternativas

Alguns consumidores nunca concordarão em transmitir informações pessoais via Internet, independentemente das garantias oferecidas. Para cativar estes clientes, ofereça métodos de compra alternativos para os produtos e serviços da empresa, uma vez que eles já tomaram conhecimento sobre sua empresa virtual e suas ofertas. Uma página de seu site pode direcioná-los a realizar os pedidos via fax, telefone ou correio.

Adaptado de conteúdo extraído do American Express® OPEN Small Business Network

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Por: Lucas Reñe Copell

O consumidor brasileiro é um forte simpatizante das redes sociais. Há uma série de pesquisas que afirmam ser o brasileiro o povo mais presente no Orkut, por exemplo, e entre o qual redes como Twitter e Facebook fazem grande sucesso. Neste ambiente, devemos estar atentos para o que o consumidor mais acessa.
Segundo pesquisas recentes sobre o tema, a navegação em redes sociais é a terceira atividade que mais ocupa tempo dos usuários na América Latina, atrás apenas de visitação a portais e uso de comunicadores instantâneos. Diante desse cenário, podemos dizer, sem grandes exageros, que as redes sociais podem ter um efeito mais devastador em uma marca do que outro tipo de exposição, imprensa ou publicidade.

E o que esses usuários fazem nas redes? No Orkut, as áreas de uso mais intenso são os álbuns de fotos e as páginas de recados. Ou seja, saber o que o outro faz e diz é fundamental e grande influenciador da tomada de decisões do usuário. É justamente aqui que o empresário que deseja ter sua marca bem exposta em uma rede social deve atuar. A interatividade é tamanha nesses ambientes, que as redes são capazes de gerar um efeito manada. Ou seja, um comentário pode desencadear uma discussão com proporções jamais imaginadas.

Diante desse cenário, como uma marca deve comunicar-se com os usuários das redes sociais? É preciso criar um novo departamento na empresa? Há um profissional especifico? Antes de o gestor preocupar-se com tudo isso, ele deve conhecer bem o público com quem está lidando. O mais importante quando falamos de marcas nas redes sociais está relacionado à inserção dessa marca no ambiente virtual, com a finalidade de evitar comentários negativos. Mas como fazer isso?

A conduta ideal das companhias é ter um posicionamento claro e ativo dentro das redes sociais, que permita oferecer respostas rápidas ao consumidor. Podemos comparar a criação dos call centers há alguns anos, como resposta a uma necessidade do consumidor, com a criação de um meio de resposta para nova geração de consumidores cada vez mais online. Ou seja, um mecanismo claro e autêntico de resposta e de interação com o consumidor nas redes sociais se faz necessário em qualquer organização. Vale lembrar que não deve somente existir um departamento ou um gestor de redes sociais, mas toda a empresa deve estar capacitada a lidar com essas novas mídias, o que garante agilidade e transparência na comunicação.

No ambiente virtual, lidamos não apenas com consumidores, mas, em muitos casos, com missionários ou advogados da marca. Muitas vezes, eles nem sequer consomem o produto, mas a simpatia ou antipatia a ele são capazes de desencadear uma avalanche de comentários positivos ou negativos.

Além de conseguir responder às questões do internauta, a empresa pode e deve utilizar-se das informações colhidas nas redes sociais para aprimorar seus produtos, serviços e até mesmo pontos de sua estratégia. Neste ambiente virtual, toda cadeia de valor pode ser afetada. Tanto as empresas de capital aberto, que têm grande volatilidade no mercado, quanto aquelas que ainda não estão na bolsa de valores – e dependem do canal de vendas – estão sujeitas aos sabores e dissabores das redes sociais.

Em um ambiente incerto e sem fronteiras como este, as empresas devem preocupar-se em fidelizar e ampliar sua rede de bons usuários. Este é o caminho para evitar o desgaste de uma marca e lutar contra a manada de comentários indesejáveis.

Lucas Reñe Copell, sócio diretor da Vallua Consultoria, é graduado em engenharia pela Unicamp (Universidade Estadual de Campinas) e pós-graduado em marketing pela ESPM (Escola Superior de Propaganda e Marketing).

Empresas criam cargos para interagir com redes sociais como Facebook e Twitter

Posted: 27th fevereiro 2011 by Redação Blog Agência Impacto in Redes Sociais
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A liderança mundial do Brasil em audiência nas mídias sociais criou uma demanda por analistas dessas redes em várias empresas. Três pesquisas feitas no Brasil sobre a área apontaram que as mídias sociais, como Facebook, Twitter e Orkut, estão presentes em 70% das empresas.

O levantamento da consultoria Delloite com 302 companhias mostrou que 55% delas recorreram a um profissional para cuidar exclusivamente das mídias sociais.

Doze empresas responderam ainda ter mais de cinco profissionais escalados para cuidar dos programas virtuais. Um levantamento feito a pedido Folha ao portal Catho encontrou 128 vagas para a função, com faixa salarial de R$ 510 a R$ 2.700.

O número representa crescimento de 60% em relação ao começo do ano. As vagas do site são uma fração do mercado, já que as mídias sociais são usadas como ferramenta de recrutamento e muitos postos são preenchidos por meio dele.

No Grupo Pão de Açúcar, o reconhecimento da relevância do tema foi oficializado com a criação de uma área específica, em fevereiro. O núcleo GPA Digital tem seis profissionais e prevê investimentos de R$ 10 milhões até o final do ano.

“Com o crescimento das redes de relacionamento e a evolução da forma como as pessoas se relacionam com as empresas e marcas, entendemos a necessidade de promover uma maior interação do grupo com o meio digital”, declarou o vice-presidente do grupo, Hugo Bethlem, sobre a área de mídias sociais.

Medição feita pelo Ibope Inteligência em parceria com Worldwide Independent Network of Market Research apontou o Brasil como um dos dez países mais “sociáveis” do planeta. Programas de relacionamento alcançam 87% dos quase 37 milhões de usuários ativos.

O argumento que fundamenta maior mobilização de profissionais na área é o reflexo de resultados de ações com as ferramentas, como o anúncio da Dell americana de que promoções no Twitter geraram lucro de US$ 6,5 milhões.

As agências de comunicações também faturam com a demanda. No escritório da agência Digital, o número de analistas de mídias sociais saltou de apenas um em 2007 para os 19 atuais.

Fonte: Folha Online

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Dez dicas para melhoria da comunicação no trabalho

Posted: 27th fevereiro 2011 by Redação Blog Agência Impacto in Endomarketing
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Por: André Tadeu Aguiar de Oliveira
1. O melhor indicador de sucesso da comunicação é a resposta obtida. Se você não tem o retorno desejado, mude conteúdo, formato ou meio de comunicação. A responsabilidade do sucesso na comunicação é do emissor. Normalmente os grandes comunicadores são flexíveis e perceptivos sobre as necessidades das outras pessoas.

2. Direção e alta gerência devem liderar o processo de revisão dos processos de comunicação para identificar ruídos, bloqueios e distorções. O exemplo dos executivos geralmente é seguido por toda a organização. Melhorar a comunicação normalmente demanda tempo, persistência e disciplina e traz enormes ganhos de produtividade e motivação. E isso só é possível quando o exemplo vem de cima.

3. Identifique os vícios de linguagem, palavras a serem evitadas e faça uma campanha de conscientização para toda a equipe. O bom humor ajuda neste processo. Foque nos problemas e não em quem tem o problema. Valorize a melhoria da capacidade de comunicação oral e escrita. Invista em palestras e cursos na empresa e coloque a expressão verbal como item de avaliação profissional.

4. Grande parte dos ruídos e bloqueios na comunicação não está no verbal, nas palavras, e sim no não-verbal, no tom de voz, gestos, posturas corporais. Ou seja, muitas vezes o problema não é o que se fala, mas como se fala. Para eliminar problemas que não são sequer nomeados ou conscientes, é necessário criar um código interno de comunicação, uma cartilha de práticas e valores cotidianos que facilitem a comunicação.

5. Valorize todos os canais de percepção para as mensagens importantes: imagens, gráficos, cores para os visuais; conversa para os auditivos e demonstração prática para sinestésicos, que percebem pelo olfato, tato e paladar.

6. Construir a sintonia no processo de comunicação requer prestar atenção e se comunicar de maneira harmônica com o outro. Se você for flexível e deixar o outro confortável, seu poder de persuasão será maior. O grande comunicador é um bom ouvinte, observador e fundamentalmente empático – percebe o que não foi dito, mas está presente na linguagem não verbal.

7. Identifique as pessoas com quem você tem mais dificuldades de se comunicar, assim como situações nas quais sua comunicação é ineficaz e monte seu plano de gestão de relacionamentos. O importante é você assumir a iniciativa para resolver o problema. E ter a coragem de mudar a sua atitude diante do problema.

8. Um profissional bem sucedido normalmente negocia no ganha-ganha, raramente no ganha-perde – quando eu estou certo e você errado – ou no perde-ganha – você está certo e eu errado. Lembre-se que o perde-perde é para amadores! O ganha-ganha requer buscar boas soluções para todos os lados e, embora algumas vezes seja difícil e trabalhoso, essa solução resguarda as relações para o futuro. E relações duradoras com clientes e parceiros é um capital importantíssimo para qualquer profissional.

9. Reuniões e apresentações eficazes normalmente são objetivas, baseadas em informação confiável e em linguagem acessível ao público. Portanto, coloque-se no lugar de seus interlocutores e pense na melhor estratégia e conteúdo. Se você tem dúvida, discuta com alguém ou pergunte aos receptores.

10. Incentive a cultura e a rotina do feedback na sua empresa e departamento. Isso normalmente traz impacto positivo em todos os indicadores da organização. E quando se estabelece como hábito, ele se torna automático e reduz muito a quantidade de conflitos e mal entendidos na empresa.

André Tadeu Aguiar de Oliveira é autor e ator teatral voltado para teatro-treinamento e é diretor da Central Paulista de Produções e Cursos Livres Ltda.

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Lista de teste

Posted: 22nd fevereiro 2011 by Redação Blog Agência Impacto in E-mail Marketing

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Lista de e-mails de Sergipe

Posted: 22nd fevereiro 2011 by Redação Blog Agência Impacto in E-mail Marketing

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Lista de e-mails Capital de SP

Posted: 21st fevereiro 2011 by Redação Blog Agência Impacto in E-mail Marketing

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